Ari Rehfeld
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Grupo de Estudo: Introdução a Martin Buber

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Introdução a Martin Buber (Eu e Tu)

Coordenação: Ari Rehfeld
Horário: 4as-feiras, das 10:45 às 12:00 (ou 11:45 às 13:00), de 8/03/2017 a 28/06/2017.
Local: R. Capote Valente 432, cj.125
Mais informações: falecom@fenoegrupos.com / (11) 3081-7708

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Palestra: Sobre a escolha do terapeuta

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Palestra de Ari Rehfeld sobre a escolha do terapeuta.

 

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Especificidade de uma Psicoterapia Fenomenológico-Existencial

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Artigo publicado em Conferências do II Congresso Internacional de Psicologia Existencial / IV Congresso Brasileiro de Psicologia Existencial – Belo Horizonte, setembro/2014.

Como apreender um homem? Não o homem em geral nem o homem em si, mas aquele à sua frente, com toda a sua singularidade, unicidade e originalidade? Se formos olhá‑lo do prisma de um pré‑conceito, de uma pré‑reflexão, de uma pré‑definição ou de um diagnóstico prévio, não o enxergaremos em sua particularidade nem em sua complexidade, mas somente naquilo que já pré‑vimos. E como escapar dessas definições a priori?

Clique aqui para ler o artigo completo.

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Prefácio para o livro de José Calderoni

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Prefácio para o livro de José Calderoni “Descobrindo o impensado: A religiosidade do ateu Freud”

Todo olhar, toda leitura, necessita de uma lente. Uma abordagem para ser rigorosa deve explicitar e fundamentar seu viés ou perspectiva, bem como seu método. Uma obra é rica quando repleta de possibilidades e passível de várias leituras ou interpretações através de uma gama de significados e sentidos. Assim é o conjunto da obra de Freud. Sua abrangência impressiona. Sempre ao reler algum trecho, percebemos uma possibilidade nova, às vezes de modo inesperado, de adentrarmos na imensidão da intimidade humana. A inesgotabilidade de uma obra a ela dedicada, como é o caso da de Freud, é o pressuposto maior da abordagem assumida nesse livro.
Veja o prefácio na íntegra

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Fenomenologia e gestalt-terapia.

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GESTALT-TERAPIA: FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS E INFLUÊNCIAS FILOSÓFICAS

A fenomenologia de Edmund Husserl é apresentada como uma revolução paradigmática na ciência – particularmente nas ciências humanas, repercutindo na Gestalt‑terapia. Esta é apresentada como uma prática fenomenológica.

Veja o Capítulo de Ari Rehfeld

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Prefácio (Gestalt-terapia e fenomenologia – Ed. Livro Pleno)

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    A Gestalt-Terapia, desde sua origem, sofre de uma série considerável de influências. O modo como estas diversas vertentes se amalgamam não é muito claro, favorecendo a ocorrência de misturas muito diferentes.
Fazendo uma analogia, é como se obtivéssemos a receita de um bolo, com todos os seus ingredientes, mas sem a menção das quantidades e da ordem de sua consecução. O resultado seriam muitas tentativas frustradas e alguns bolos bastante diversos.
Esta situação promove uma grave dificuldade de identidade. Não são por acaso os inúmeros encontros destinados a buscar esclarecer a identidade da Gestalt-terapia.

Clique aqui para ler o capítulo.

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Epistemologia da Gestalt Terapia

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Se fenomenológica, então é fundamental relacionar-se com o fenômeno propriamente dito.
Mas… cuidado ! Fenômeno não é somente o que aparece, mas o que se mostra no que aparece.
Esta diferença é fundamental.
O 1o  restringe-se na aparência. O 2o busca o sentido e os significados.Na Gestalt terapia não há uma clara distinção entre o âmbito existencial e o psicológico, ou seja, entre o sentido (tempo) e a significação da vivência (valor).
A transladação pura e simples de constructos filosóficos para uma prática imediata NÃO É POSSÍVEL . exemplo: Não existe e não é possível a redução fenomenológica, a epoqué , a variação eidética na prática psicoterápica.
Relação psicoterápica não é encontro EU e TU.

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Somente Patos

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Eu tive a oportunidade, ano passado de empreender uma belíssima viagem, ao longo do rio Reno, quando pude passear pelas aldeias e cidadezinhas que margeiam o rio, buscando encontrar o oposto de minha vida em São Paulo: vida agrícola, – em pequenas propriedades, onde se cultivam a uva e a maçã e são produzidos vários tipos de vinhos de excelente qualidade – com casas que nos remetem aos antigos contos como dos irmãos Grimm, Christian Andersen, enfim fábulas com aquelas cortinas de renda e flores nas janelas, chaminés, e com direito a tudo que o meu universo infantil continha e que parecia existir somente nos contos e, de repente, estou no meio deste cenário. Pessoas bonitas, felizes, saudáveis, que trabalham seis horas por dia e depois visitam seus amigos, tomam chá, passeiam com seus cachorros, cuidam de suas casas impecáveis, em suma, com vivência comunitária, lazer e vida familiar.

Pergunto a Heráclito a respeito de Holismo, e ele me responde com dois aforismos. Imediatamente me deparo com um problema: a palavra logos. Esta palavra que vem de legein possui na sua origem diversos significados, tais como: estender, prostrar, pró-por, adiantar, apresentar, juntar, apanhar, falar, contar, e com a influência do latim, palavra, discurso e ratio (razão). Para me ajudar recorro a Heidegger, conhecido como um grande tradutor do grego, que tem tal conhecimento do grego antigo, que ousa dizer a intenção do autor ao mencionar cada palavra, tradução esta reconhecida pelos principais tradutores do grego antigo, do mundo todo.

E Heidegger nos presenteia com a seguinte tradução para logos: colher. Vejam só que interessante, Heidegger não teve, exatamente, a minha experiência nas casas das cidadezinhas que margeiam o Reno, mas é como se tivesse!

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Corpo e Corporeidade: uma leitura fenomenológica

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O meu empenho aqui será tentar mostrar algumas idéias comuns, ou seja, compartilhadas por autores fenomenológico-existenciais e reproduzidas através de exemplos construídos no exercício de uma fenomenologia do cotidiano. Os exemplos têm a capacidade de serem muito econômicos, possibilitando que através de uma imagem, compreendamos uma série de idéias que, de outra forma, demandariam uma via mais longa para serem expressas.

De que corpo estamos falando? Embora pareça, à primeira vista, estranha esta pergunta, certamente não abordarei o corpo que aprendemos na escola: cabeça, tronco e membros.

Vamos para um corpo animado, vivo, dotado de sentimentos e emoções, corpo como fenômeno, do grego “soma” ou do alemão, “leib”.

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Olhando retrospectivamente para a frente

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O título da mesa leva-nos a refletir sobre a questão do espaço e do tempo. São questões de enorme abrangência e complexidade. Grandes autores dedicaram a vida a este tema. O que eu, modestamente, me proponho aqui realizar, são apenas algumas considerações. Nada mais.
Tema inesgotável e fascinante, e eu vou entrar parcialmente, em uma de suas vertentes.

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