Paulo Evangelista
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O psicodiagnóstico interventivo fenomenológico-existencial grupal como possibilidade de ação clínica do psicólogo

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O psicodiagnóstico interventivo fenomenológico-existencial grupal como possibilidade de ação clínica do psicólogo

Revista da Abordagem Gestáltica vol.22 no.2 Goiânia dez. 2016

RESUMO

Neste artigo apresento o psicodiagnóstico interventivo fenomenológico-existencial como possibilidade de ação clínica do psicólogo. Trata-se de um modelo de intervenção em psicologia em prática nas clínicas-escola da Universidade Paulista (UNIP), onde leciono, tendo sido desenvolvido nessa instituição. Este modelo questiona o lugar hierárquico de saber e poder do psicólogo no método tradicional de psicodiagnóstico, convocando os clientes a assumirem protagonismo na elaboração do conhecimento acerca de si mesmos. Na UNIP este recurso é utilizado no psicodiagnóstico infantil, o que reconfigura o papel da família no processo. A criança não é mais vista como portadora isolada de um ‘problema psicológico’, já que este é interpretado como um fenômeno do mundo familiar. Ademais, configura-se já como ação psicológica, propiciando o resgate da liberdade para cuidar de si e a autonomia dos clientes. O método compreende entrevistas com pais, sessões de observação da família, atendimentos à criança, visitas à casa e à escola dos participantes. Por fim, elabora-se um relato em linguagem acessível para a criança de seu processo, assim como lê-se e discute-se com os pais o Relatório Psicológico, a fim de que se posicionem e assumam a coautoria do mesmo.

Palavras-chave: Psicodiagnóstico; Psicodiagnóstico-interventivo; Psicologia fenomenológico-existencial.

Leia o artigo na integra clicando aqui.

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Transferência e resistência na psicoterapia daseinsanalítica de Medard Boss

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Capítulo publicado no livro Psicologia Clínica e Psicoterapia (Belo Horizonte: FEAD, 2013), organizado por José Paulo Giovanetti.

 

Resumo

A fim de contribuir para o entendimento da especificidade da Daseinsanalyse, neste capítulo recorro a publicações de Medard Boss para explicitar sua concepção de psicoterapia, enfatizando sua interpretação das noções psicanalíticas de “transferência” e “resistência”.

 

Clique aqui para ler o capítulo na íntegra.

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Entrevista: Psicopatologia fenomenológica

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Paulo Evangelista, professor e psicólogo, traz ao programa Em Foco, da UNIPAR, uma conversa sobre psicopatologia fenomenológica.

 

 

 

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Palestra: Uma sessão de terapia de grupo em hospital psiquiátrico

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O prof. Ms. Paulo Evangelista ministrou palestra na PUC-SP em 6/05/2015, apresentando uma sessão de terapia de grupo na abordagem fenomenológica em hospital psiquiátrico.

 

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Psicologia Fenomenológico-Existencial – Possibilidades da Atitude Clínica Fenomenológica

Comments (0) Leonardo Yoshimochi, Luis Jardim, Paulo Evangelista

Capa Psicologia Fenomenológico-Existencial: Perspectivas clínicas

Nossa época é dominada pela ciência e pela tecnologia, sobrando pouco espaço para o recolhimento, para a intimidade, para demorar-se junto ao que solicita atenção. Esse modo de estar no mundo já atravessa a ação clínica do psicólogo, que está constantemente avaliado pela eficiência de suas intervenções. O psicólogo, que no início do século XX era um investigador do ser humano, no começo do XXI caminha na direção de se tornar um técnico da administração da vida. O conhecimento que pro-duz, isto é, conduz adiante, é avaliado quanto à sua objetividade. Entretanto, esse saber brota de sua experiência e do encontro com alguém. Trata-se, portanto, de um acontecimento singular. Como conjugar ciência e singularidade? Haverá ainda espaço para o desvelamento da singularidade e para uma ciência do individual nesse campo? Os textos que compõem este livro mostram que sim. Apoiados na fenomenologia existencial, os autores desdobram possibilidades de pensar o sentido da Psicologia como ciência e de refletir sobre a especificidade do fazer do psicólogo. Os escritos aqui presentes tratam de fundamentos fenomenológico-existenciais para a psicologia, da formação de psicólogos e da prática clínica, com profundidade e linguagem acessível ao mais variados leitores. 

Veja o prefácio na íntegra

[publicado com autorização da Editora Via Verita]

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Um Breve Comentário de Medard Boss sobre Psicoterapia de Grupo: a Transferência na Situação Grupal

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RESUMO
Em 1965, Medard Boss publica um livro baseado em suas viagens à Índia e à Indonésia na década anterior. Convidado como professor visitante de medicina, entra em contato com ocidentalização da medicina indiana, o que lhe fornece dados para refletir sobre as limitações do pensamento ocidental para a compreensão do ser humano, assim como considerar a possibilidade de entendimento da psicopatologia a partir da “ontologia” milenar indiana. No relato de viagem, tece breves considerações sobre grupos de psicoterapia coordenados por psiquiatras indianos. Neste artigo, apresentamos uma tradução dos dois parágrafos sobre psicoterapia de grupo, que são quase os únicos escritos por Boss ao longo de sua obra sobre o tema. Fiel à compreensão psicanalítica dos fenômenos psicoterapêuticos, da qual nunca quis se afastar, Boss interpreta os fenômenos grupais como transferência e resistência. Com isso, enfatiza a relação de cada participantes com o terapeuta do grupo, relegando a segundo plano outros fenômenos grupais.

Palavras-chave: Daseinsanalyse; Terapia de grupo; Medard Boss.

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O método fenomenológico na condução de grupos terapêuticos

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RESUMO
O atendimento psicológico em grupo costuma ser menosprezado em comparação com o individual. Entretanto, mostra-se mais eficaz para vários perfis de pacientes, sendo uma modalidade de prática psicológica útil no contexto hospitalar. O presente artigo apresenta a
abordagem fenomenológica como fundamentação teórica do atendimento a grupos. O que caracteriza essa abordagem é a suspensão de pressupostos que determinem previamente objetivos para o grupo, tornando-se uma metodologia de leitura dos fenômenos grupais.
Ademais, esta abordagem compreende a existência como coexistência, reconhecendo a importância das interações sociais na constituição da ‘identidade’ de cada um. Por isso, o atendimento em grupo aparece como modo privilegiado de acesso ao modo de ser de cada participante, possibilitando que disponha mais livremente de si.

Palavras-chave: Terapia de Grupo. Psicologia Fenomenológica, Fenomenologia-Existencial, Prática Psicológica.

Rev. SBPH vol.16 no.1, Rio de Janeiro – Jan./Jun. – 2013

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Psicologia Fenomenológico-Existencial – Possibilidades da Atitude Clínica Fenomenológica

Comments (0) Daniel Rehfeld, Leonardo Yoshimochi, Luis Jardim, Marco Antonio Casanova, Paulo Evangelista

 


Nossa época é dominada pela ciência e pela tecnologia, sobrando pouco espaço para o recolhimento, para a intimidade, para demorar-se junto ao que solicita atenção. Esse modo de estar no mundo já atravessa a ação clínica do psicólogo, que está constantemente avaliado pela eficiência de suas intervenções. O psicólogo, que no início do século XX era um investigador do ser humano, no começo do XXI caminha na direção de se tornar um técnico da administração da vida. O conhecimento que pro-duz, isto é, conduz adiante, é avaliado quanto à sua objetividade. Entretanto, esse saber brota de sua experiência e do encontro com alguém. Trata-se, portanto, de um acontecimento singular. Como conjugar ciência e singularidade? Haverá ainda espaço para o desvelamento da singularidade e para uma ciência do individual nesse campo? Os textos que compõem este livro mostram que sim. Apoiados na fenomenologia existencial, os autores desdobram possibilidades de pensar o sentido da Psicologia como ciência e de refletir sobre a especificidade do fazer do psicólogo. Os escritos aqui presentes tratam de fundamentos fenomenológico-existenciais para a psicologia, da formação de psicólogos e da prática clínica, com profundidade e linguagem acessível ao mais variados leitores. (Por: Paulo Evangelista)


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[publicado com autorização da Editora Via Verita]

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Paixão e Sentido na Clínica Fenomenológico-Existencial

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Palestra proferida no Espaço Sabina Cultural, Sorocaba/SP, em 20/01/2010.

Fui convidado recentemente a falar sobre “paixão”. Queria falar dentro de uma abordagem fenomenológica, que é minha linha de trabalho. Isso significa que não poderia me contentar com a definição comum, “vulgar”, de “paixão”. Esta a entende quase que exclusivamente como “paixão amorosa”, que elimina as faculdades da razão. A fenomenologia nos convida a pensar a história disso que chamamos de paixão e sua relação com a existência humana.

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Heidegger e o entendimento-de-si da filosofia: considerações a partir do curso “Introdução à Fenomenologia da Religião” (1920-21)

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Artigo publicado na revista Ítaca (Rio de Janeiro), v. 2007, p. 140-146, 2007.

Resumo: Em curso de 1920-21 sobre a fenomenologia da religião, Heidegger realiza um esforço para distinguir filosofia e as ciências. A filosofia não pode ser compreendida como uma ciência, pois seu “objeto” é outro; a saber, não é um objeto. Assim, antes de realizar a tarefa de desocultar a experiência de vida fáctica cristã presente nas Epístolas Paulinas, Heidegger tematiza o entendimento de si da filosofia. O objetivo deste artigo é acompanhar os passos de Heidegger, mostrando como realiza essa diferenciação.

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