Ari Rehfeld
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Olhando retrospectivamente para a frente

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O título da mesa leva-nos a refletir sobre a questão do espaço e do tempo. São questões de enorme abrangência e complexidade. Grandes autores dedicaram a vida a este tema. O que eu, modestamente, me proponho aqui realizar, são apenas algumas considerações. Nada mais.
Tema inesgotável e fascinante, e eu vou entrar parcialmente, em uma de suas vertentes.

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A Prática Clínica Fenomenológico-Existencial

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Publicado na Revista de Gestalt – 2000, Sedes Sapientiae

Vamos morrer. Todos nós vamos morrer. Alguns mais cedo, outros mais tarde.
Todo dia estamos mais próximos deste ponto de chegada.
Esta é a Segunda verdade fundamental de todo homem; a primeira é: eu sou , melhor dito: estou sendo. A Segunda: vou deixar de ser.

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O que diferencia uma abordagem fenomenológico-existencial das demais?

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Começo com algumas questões:

A Gestalterapia, enquanto conhecimento, está pronta, acabada, ou não?

Se não, estamos indo em direção a algum “lugar”?

Se estamos indo, para onde vamos?

Quando me pergunto o que é a Gestalterapia, imediatamente me deparo com outras questões, tais como:

– Devo pensar no que somos a partir de uma descrição do que estamos sendo?
Ou, a partir do que penso que seremos?
Ou, daquilo que acredito que devamos ser?

Claro que a resposta deve contemplar todas estas perspectivas, mas não de um modo muito misturado, pois engendraria confusão.

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Acerca das generosas curvas da Espera

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SUMÁRIO
Busco “Heraclitar”, construindo dezoito aforismas a partir do aforisma – fragmento 18 – de Heráclito, mantendo-me coerente em seu universo e ousando dar um passo além. Adiante, levanto temas que podem daí se desdobrar .
Palavras-chave: inesperado, espera, esperança, desespero.

SUMMARY
I aim to “Heraclitate”, building eighteen aphorisms from Heraclito’s aphorism – fragment 18 – keeping coherence within his universe and daring to go beyond. Further on I point out themes that may hence be deployed.
Key words: unexpected, expectation, hope, despair.

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Subjetivação Contemporânea: Malogro e Transcendência

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Por que perguntamos pelo sujeito? Será que alguém já pensou sobre esta questão, ou somos os primeiros? Claro que não somos os primeiros. Muitos já o fizeram, em diversas partes do planeta, e é provável que, neste exato momento, haja pessoas discutindo, de alguma forma, esta questão.
Mas por que não se chega, finalmente, a uma conclusão, de tal modo que não seja mais necessário, nunca mais, perguntar ou refletir sobre o sujeito?

Que sempre se parta do que já está estabelecido e aprofundado, sem que haja a necessidade de ir e vir, sempre mais. Por que se malogra no sentido de não se conseguir um fundamento único, onde toda investigação, ou reflexão, parta de algo já consolidado?

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Existência e Cura: Idéias

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Temos aqui em tema extremamente amplo, abrangente e complexo, passível de uma série muito grande de mergulhos verticais ou análises em diferentes perspectivas. Não tenho aqui a pretensa ilusão de esgotá-los. Neste pequeno espaço de que disponho, tenho a intenção de apresentar algumas idéias, que espero contribuam para futuras reflexões.

Se usarmos o conceito de cura, faz-se necessária a idéia de doença. Qual a idéia tradicional, médica e de senso comum, de doença?

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À Angústia

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Este trabalho tem como objetivo principal compilar, dentre diversos textos de Martin Heidegger, aqueles que desvelam dois caminhos em direção à angústia, para coligá-los e apresentá-los de forma sintética e seqüencial, a fim de facilitar a introdução a este tema.

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Dois Modos Contemporâneos de Malôgro da Relação

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Ao ser convidado para falar aqui sobre um tema tão interessante resolvi debruçar-me sobre como lidar com dois modos de ser que têm crescido muito na atualidade e que apontam para um fracasso no relacionamento entre seres humanos, fracasso se utilizarmos o ideal de Buber de encontro.

    Como disponho de pouco tempo, eu os apresentarei sem aprofundá-los, eles já são bastante conhecidos, e dedicarei o meu tempo a pensar em como nós podemos contribuir com uma maneira que possa minorá-los significativamente.

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